Excelente mensagem do Pr. Antônio Carlos Costa sobre a influencia do Estado na Igreja e a ineficiência da Igreja em trabalhos sociais.
Destaques
"...Enquanto ensinarmos que o mundo é um lugar a ser evitado, que as mazelas humanas são fruto da ausência de Deus, que Deus não ouve os pecadores, que só a igreja evangélica é que detém os "diretos autorais" da salvação, que ser forte e inabalável é sinônimo de fé e que ser pecador é ser inimigo de Deus então ainda não entendemos o plano da salvação e o evangelho de cristo rebaixado apenas á mais uma religião...."
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segunda-feira, 14 de setembro de 2015
A Igreja e o lado obscuro das instituições
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Mensagem: Valorizando os pequenos começos - Ed René Kivitz
Uma mensagem que todo pastor e líder sério, de Deus, deveria ter coragem de pregar em sua comunidade.
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Uma nova Lei Áurea
Ed René Kivitz entrevista Deputado Carlos Bezerra Junior.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Sinalizando o Reino - Ed René Kivitz
domingo, 19 de agosto de 2012
Mensagem: Igreja Ágoras do agora - Ariovaldo Ramos
sexta-feira, 4 de maio de 2012
O clamor do pobre
Por Ricardo Gondim
Tolstói iniciou Anna Karenina com uma das mais espetaculares afirmações da literatura: ”Todas as famílias felizes se parecem umas com as outras, cada família infeliz é infeliz à sua maneira”. A felicidade é indistinta, mas a tristeza carrega particularidades específicas. Ao longe, os cenários são belos; próximos, expõem detritos horrorosos. De perto, o lixo fede. Narrativas universalizantes foram incapazes de retratar dramas pessoais – vivenciados na dura realidade cotidiana.
Filosofia e teologia se especializaram em grandes narrativas para lidar com o sofrimento. Esqueceram as pequenas realidades. No microcosmo, gente com nome, história e laços de amor geme. Oprimidos em inúmeros cativeiros, os judeus cantavam: “Quem são homens e mulheres para que Te lembre deles? Onde Te escondeste, ó Senhor?”.
Voltaire afirmou que se há vida em outros mundos, a terra é o manicômio do universo. Segundo a ONU, dois milhões morrem de fome a cada dia – eu disse: cada dia. Estima-se que só na Europa, 500 mil mulheres sejam traficadas a cada ano – a maioria para exploração sexual. (as brasileiras engrossam as estatísticas no Velho Continente e somam 75 mil, o equivalente a 15% das vítimas). O que fazer com a cólera no Haiti, a malária na África, a guerra civil no Sudão, a perseguição religiosa no Afeganistão, o consumismo e a indiferença na Europa e os homicídios do México ao Brasil?
O palácio dos horrores baixou a ponte. Cavaleiros do Apocalipse entram em cena a galope. De tão barata a vida, milhões e milhões de famílias, à sua maneira, experimentam o inferno.
A prece mais religiosa para esta geração deve ser: “Deus, por que não invades logo o monturo que se transformou este planeta? Por que o Senhor não acaba com o ato desse teatro macabro? A peça já se arrasta além do necessário. O preço que cobras por teres nos criado imperfeitos não está alto demais?”.
Que volte o hino do negro spiritual: “Não se te dá que morramos? Como podes assim dormir?”.
Se existe outro mundo possível, onde se esconde? Por que os mínimos sinais de um reino alternativo sempre foram imprecisos? Por que o bem se perdeu em instituições adoecidas? Nada explica a ganância ser maior que a fome de justiça.
Além da indiferença do universo, anônimos sofrem com a burocracia estatal – burocracia fria. Oligarquias se reinventam para manter o poder nas mãos dos mesmos. Estruturas se satanizam. Instituições legitimam processos de alienação. O mal se multiplica com facilidade. O bem consome a vida dos poucos que se atrevem concretizá-lo.
A história segue. Ruma ao grande abismo. T. S. Eliot perguntou: “Onde está a vida que perdemos vivendo?
Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?
Onde está o conhecimento que perdemos na informação?”. Insana, a humanidade se debate sem sequer buscar antídoto para o veneno que a destrói.
Quantos se dispõem quebrar o sistema que abandona crianças à miséria? Mulheres violentadas e idosos abandonados continuarão sem terem quem os vingue? A coerência que justifica o mal será desfeita quando?
Milhões se entorpecem. Tateiam em busca de respostas nos lugares errados. Consumismo junto com as indústrias do esportismo e do “celebrismo” servem para perpetuar a ilusão de que no fim tudo vai dar certo. Estupidez. Quinquilharias tecnológicas salvam e alienam. Erudição ilustra e ilude. Enquanto a mão esquerda escreve poesia, a destra declara guerra.
Vaidosa, a atual geração se considera pouco menor do que os anjos. Só não vê a própria cara desfigurada – monstro de iniquidade.
Os caminhos humanos não apontam para um progresso inexorável; não desembocam, necessariamente, em estrada alguma. Nada garante que o rio da história alcance o oceano do sentido.
O planeta terra parou de brilhar; há muito não embeleza o universo. A eternidade não guardará registro do tempo fugaz dos humanos por aqui. As perguntas que a racionalidade fez foram insuficientes para chegar à verdade. A pouca solidariedade partilhada malogrou em redimir o ódio. Livros da história produziram melancolia por um passado de ouro, apenas. A clemência da geração que sucedeu ao holocausto se revelou impotente para evitar outros genocídios. A ciência não conseguiu reverter o inconsciente coletivo, que ainda viabilizará novas chacinas.
O Nazareno acertou: em todos os dias cabe um mal próprio. Sendo assim, séculos não aliviarão a tragédia da geração atual. Não por acaso os pobres, conscientes de seu sofrimento, devem voltar a clamar: “Maranata – não te demores, Senhor”.
Soli Deo Gloria
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Crianças acusadas de bruxaria na África
Choro quando vejo essas coisas e me revolto contra esses que se dizem pastores mas são piores que lobos.
Como gostaria de ter, acima de tudo, coragem para ir passar um tempo num lugar desses e levar conforto pra essas crianças e ensino do evangelho que liberta do medo, da opressão e da bruxaria para essas pessoas, inclusive os pastores que pregam um evangelho anátema.
Enquanto não posso ir abraçar, cuidar e oferecer carinho a essas crianças, oro e contribuo com quem vai; e convido você a fazer o mesmo:
Caminho da Graça
Banco Bradesco
CNPJ: 08.389.524/0001-28
Agencia: 2066-4
Conta: 23925-9
Igreja Missionária Nova Geração
(Trabalho em Moçambique e previsão para Timor Leste - Pessoas sérias e meus amigos pessoais)
Banco Bradesco
C.Poup: AG: 211-9
Nº Conta: 80541-6
Como gostaria de ter, acima de tudo, coragem para ir passar um tempo num lugar desses e levar conforto pra essas crianças e ensino do evangelho que liberta do medo, da opressão e da bruxaria para essas pessoas, inclusive os pastores que pregam um evangelho anátema.
Enquanto não posso ir abraçar, cuidar e oferecer carinho a essas crianças, oro e contribuo com quem vai; e convido você a fazer o mesmo:
Caminho da Graça
Banco Bradesco
CNPJ: 08.389.524/0001-28
Agencia: 2066-4
Conta: 23925-9
Igreja Missionária Nova Geração
(Trabalho em Moçambique e previsão para Timor Leste - Pessoas sérias e meus amigos pessoais)
Banco Bradesco
C.Poup: AG: 211-9
Nº Conta: 80541-6
domingo, 13 de novembro de 2011
Mensagem: +Generosidade (Ed René Kivitz)
Primeira mensagem da campanha de Natal IBAB.
Baixe o áudio da mensagem aqui
+ Generosidade por Ed René Kivitz, no domingo, 30 de Outubro de 2011, lançamento da Campanha de Natal + Sinal do Reino.
Baixe o áudio da mensagem aqui
+ Generosidade por Ed René Kivitz, no domingo, 30 de Outubro de 2011, lançamento da Campanha de Natal + Sinal do Reino.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Igreja de Cristo em Moçambique - Africa
Lindo trabalho do Meu amigo Xisto e do pessoal da MCM (Missão Cristã Mundial)
Quem sabe um dia eu possa fazer parte dessa Caravana.
Parabéns a todos!
Quem sabe um dia eu possa fazer parte dessa Caravana.
Parabéns a todos!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Pacto de Lauseane - Completo
Para aqueles que desejam levar o evangelho todo para o homem todo, é um grande auxilio conhecer as bases da missão integral.
O Pacto de Lausanne é considerado relevante instrumento para a definição permanente da identidade evangélica em um período de intensa relativização e de fluidificação das identidades institucionais e pessoais. Ser evangélico, então, não é uma questão de se aferrar intransigentemente a este ou aquele grupo de conceitos doutrinários, mas uma questão de comprometer-se com o propósito de Deus, a saber: ser servo e testemunha de Deus - ou seja, ser uma comunhão de pessoas que persegue em comum o alvo de viver à altura do Reino e da Glória de Deus, edificado-se a si mesmo como o Corpo de Cristo que anuncia a todo o mundo o reino e a glória.
O Pacto de Lausanne é considerado relevante instrumento para a definição permanente da identidade evangélica em um período de intensa relativização e de fluidificação das identidades institucionais e pessoais. Ser evangélico, então, não é uma questão de se aferrar intransigentemente a este ou aquele grupo de conceitos doutrinários, mas uma questão de comprometer-se com o propósito de Deus, a saber: ser servo e testemunha de Deus - ou seja, ser uma comunhão de pessoas que persegue em comum o alvo de viver à altura do Reino e da Glória de Deus, edificado-se a si mesmo como o Corpo de Cristo que anuncia a todo o mundo o reino e a glória.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Mensagem: Riquezas
Mensagem de Juliano Son do ministério Livres Para Adorar.
Ele fala sobre riquezas e sobre Mamon (dinheiro elevado a categoria de Deus).
Vale a pena assistir, repassar e curtir
Ele fala sobre riquezas e sobre Mamon (dinheiro elevado a categoria de Deus).
Vale a pena assistir, repassar e curtir
quinta-feira, 10 de março de 2011
Teofania somos nós
Por Alex Martins
Para quem não sabe teofania é um termo usado na teologia e serve para descrever manifestações visíveis do Deus invisível.
Quando Deus aparece para Moisés em Exodo 19:9 ele aparece usando a forma de uma nuvem, em Isaias 6 o profeta vê a Deus através de uma visão e em Genesis 28 Jacó vê a Deus num sonho. Deus usa várias formas para se mostrar ao seu povo. Também há a famosa história do 4º homem na fornalha de fogo que pode ser considerada também uma Cristofania (aparições de Jesus no velho testamento). Todos esses casos são considerados teofanias e descrevem a Deus assumindo uma forma visível, alguém perto, sensível, companheiro e tangível.
Gosto de pensar que a teofania continua acontecendo e com muito mais intensidade do que nos dias do velho testamento. Você deve estar se perguntando: Alex como isso está acontecendo se não vejo a Deus e não conheço ninguém que tenha subido num monte e falado com Deus numa nuvem, não há ninguém que eu saiba que tenha visto uma escada celestial com anjos subindo e descendo, e visões sérias são ainda mais raras do que homens sérios de Deus? Onde presenciamos manifestações visíveis do Deus invisível??
Resposta: Em você! Sim. Em você que está lendo essas palavras nesse exato momento. Você é, ou pode ser, uma teofania.
Pra que usar nuvens, escadas, sarças e cajados se Deus tem você e a mim?
Você pode questionar e dizer: Não me lembro de ter sido usado por Deus ao ponto do meu rosto brilhar como o de Moisés e as pessoas verem a Deus em mim!
Deus se manifesta através de nós, e não; não é quando vamos a igreja.
Deus se manifesta através de nós quando choramos junto com os que choram, quando oferecemos o ombro aos que estão em luto, quando visitamos aos doentes, quando doamos nosso tempo numa capelania ou num orfanato, quando o sofrimento do outro dói em nós, quando economizamos não para comprar alguma coisa nova, mas para doar aos flagelados por desastres naturais. Nossas mãos se tornam divinas quando são estendidas em amor e nossos olhos quando distribuem gratuitamente perdão. Quando assumimos a dívida por amor ao próximo.
Quando repartimos o pão, quando oferecemos carona, quando ajudamos sem querer nada em troca, quando passamos horas ouvindo alguém só para lhe dar a oportunidade de desabafar, quando nos metemos no meio de uma briga pra tentar acalmar os ânimos, quando damos uma volta no quarteirão com nosso filho, quando trazemos uma flor para a esposa.
Quando amamos a justiça e rejeitamos a injustiça, quando tratamos a moça do café com o mesmo respeito com que tratamos o chefe.
Quando damos atenção e respeito ao homossexual que nos atende numa loja qualquer, quando deixamos de lado o argumento e apenas dizemos: me perdoe!
Também quando perdemos um negócio para fazer o que é correto, quando damos passagem no trânsito, quando paramos para pedestres mesmo sem farol, quando não aceitamos propinas, quando entramos com o carro limpinho numa rua sem asfalto e lamacenta só para deixar o carona na porta de casa; e principalmente quando paramos de amar as coisas e usar as pessoas e passamos a usar as coisas e amar as pessoas.
Quando repartimos o pão, quando oferecemos carona, quando ajudamos sem querer nada em troca, quando passamos horas ouvindo alguém só para lhe dar a oportunidade de desabafar, quando nos metemos no meio de uma briga pra tentar acalmar os ânimos, quando damos uma volta no quarteirão com nosso filho, quando trazemos uma flor para a esposa.
Quando amamos a justiça e rejeitamos a injustiça, quando tratamos a moça do café com o mesmo respeito com que tratamos o chefe.
Quando damos atenção e respeito ao homossexual que nos atende numa loja qualquer, quando deixamos de lado o argumento e apenas dizemos: me perdoe!
Também quando perdemos um negócio para fazer o que é correto, quando damos passagem no trânsito, quando paramos para pedestres mesmo sem farol, quando não aceitamos propinas, quando entramos com o carro limpinho numa rua sem asfalto e lamacenta só para deixar o carona na porta de casa; e principalmente quando paramos de amar as coisas e usar as pessoas e passamos a usar as coisas e amar as pessoas.
Nessas horas acontece uma coisa simples mas com nome complicado: Teofania.
Jesus disse que o Reino é chegado e onde esse Reino chega proporciona alívio e auxílio para os homem nas demandas que a vida lhe exige. Somos responsáveis de propagar esse Reino e viver sob seu domínio.
Deus responde ao pedido de Jesus “Venha o teu Reino e seja feita Tua vontade na terra...” através de nós.
Que valorizemos mais a missão integral do que qualquer evangelismo integral.
Que Deus ache em nós alguém disponível; e que alguém ache em nós Deus disponível.
Sola Gratia
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