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"...Enquanto ensinarmos que o mundo é um lugar a ser evitado, que as mazelas humanas são fruto da ausência de Deus, que Deus não ouve os pecadores, que só a igreja evangélica é que detém os "diretos autorais" da salvação, que ser forte e inabalável é sinônimo de fé e que ser pecador é ser inimigo de Deus então ainda não entendemos o plano da salvação e o evangelho de cristo rebaixado apenas á mais uma religião...."
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Evangelho de Carreirinha

Sequencia de leitura do Novo Testamento feita diariamente por Caio Fábio

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Breve guia de sobrevivência religiosa

Por Ricardo Gondim
Suspeite de quem consegue exibir ares de piedade. Quanto mais afetada uma espiritualidade, maiores chances de ser falsa. Alguns aprendem a arquear as sobrancelhas para baixo como jeito de expressar elevada pureza; esses são perigosíssimos. Prefira os mais soltos, os menos requintados, os pouco cientes de suas virtudes. Gente desarmada é melhor companhia que circunspectos sisudos; eles se arrastam pela vida com chumbo nos pés, e puxam para baixo todos os que se aproximam deles.
Evite sentar na roda de quem exige exatidão semântica até na hora da conversa fiada. Nada mais intolerável do que conviver com quem adora corrigir as virgulas. Se alguém diz, vou à igreja, ele dispara: “a igreja somos nós, não um prédio”. Se confessa, ando desanimado, ele engatilha um versículo: “mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças”. Chatos religiosos são os piores.
Apure, rigorosamente, todo relato de milagre. Escolha ser cético a simplório. A verdade não teme análise, questionamento, suspeita. Indague também pelas motivações. Confira os fatos, mas queira também saber os porquês por detrás dos relatórios sobre grandes eventos. Dúvida faz bem à fé. Os fantásticos geralmente mentem. Exageros, prodígios fenomenais e númerosevangelásticos, em sua esmagadora maioria, se prestam a robustecer os músculos financeiros de algum narcisista. Toda a pretensão messiânica depende de hipérboles. Igreja ou agência missionária que não se contenta com o serviço despretensioso deve ser mantida sob grossas lentes. A correria por elogio, a busca por admiração e o esforço por alcançar os primeiros lugares merecem desdém.
Nunca hesite: mentes sórdidas se escondem sob o manto de um rigor moralista. Quem passa muito tempo se exasperando contra os pecados da carne, não se enganeé escravo da lascívia. E faz tempo. Rigidez puritana não abranda o fogo da cupidez. Só o acirra. As taras mais grotescas – sadismo, estupro, pedofilia – dependem de ambientes austeros e probos. Os que conseguem viver uma sexualidade lúdica adoecem menos. Lei não tem valor algum contra uma libido adoecida.
Faça qualquer coisa – fuja, esconda-se, dê o fora, encontre um escape – para evitar os tapetes azuis do poder. Se for nomeado síndico, presidente de honra da quermesse ou venerando líder da igreja, considere: tais perigos são avassaladores. O poder se insinua aos poucos. Portanto, abra mão de ostentar título em cartão de visita, ou no perfil das redes sociais. Placa de bronze, acrílico, papelão, diploma e medalha, não passam de confetes. Tais bobagens viram lixo na quarta-feira de cinzas da existência. Brigue para não ser tratado com deferência artificial. Caminhe para longe das armadilhas dos bajuladores. Além de toscas, elas escondem punhais.
Desenvolva uma espiritualidade não exibida. Evite tocar trombeta sobre seus predicados. Sejam outros os lábios que te exaltam. Não creia na publicidade que você patrocinar. Não hesite em reconhecer seus tropeções e seja econômico em alardear suas virtudes. Corra da companhia dos pernósticos, eles adoram se gabar sobre os galardões que fingem ser donos. Prefira a discrição.
Desconfie de quem atira pedra com facilidade. Viva longe dos que procuram mostrar-se inoxidáveis. Esses dissimulados nunca vacilam na hora de sacrificar. Basta enxergarem alguma vantagem e lhe entregarão “ao deus dos severos castigos“. Quando parece conveniente, os mais venerandos não piscam duas vezes em defender os rigores da lei. Aliás, todo castismo contém algum mau-caratismo. Corra de quem se ufana dono de nervos de nylon. Rejeite a todo custo sentar na roda dos puríssimos.
Cuidado para nunca oferecer as costas ao chicote do demagogo. Ele jamais soletra misericórdia. Seu prazer, com traços mórbidos, consiste em expor. E depois que fere, gosta de contemplar agonias. Esse é o jeito do santarrões se purgarem. Sem compaixão, fazem tudo para lhe arrastar para a lama em que vivem. Nunca se exponha a quem se enxerga como zelador da sala do trono de Deus. Eles acendem fogueiras com lenha verde. Não hesitam um segundo em expor e arruinar – sempre em nome da santidade, claro. Lembre-se: no meio de gente assim, o juízo triunfa sobre a misericórdia.
Proteja as costas. Jamais esqueça: Jesus foi traído por religiosos. Seja prudente e arisco como as serpentes. Lobos devoradores tentam passar por ovelhas cordiais. Não fale sobre a sua interioridade sem antes certificar-se de que está entre seus pouquíssimos amigos – companheirosde ministério e traidores se misturam (lembre-se de Judas). Quanto mais austero e probo o grupo, mais chance dele já estar manipulado por algum inescrupuloso. Insisto, caso precise abrir a interioridade, certifique-se: o outro consta entre os amigos que você pode contar nos dedos da mão? Não se exponha diante de quem coloca a instituição, a teologia, ou a reputação denominacional, antes da vida. Melhor abrir o coração, de joelhos, com a porta do quarto trancada. Converse a sós com Deus. Ainda assim, muito cuidado: as paredes também ouvem.
Fique na companhia dos vulneráveis, dos pecadores, dos que se mostram agradecidos pela vida. Religiosos, sepulcros caiados, são sorvedouros da espontaneidade, da vida, da alegria. Opte por ambientes simples, menos protocolares. Em mesas pudicas, sobram preconceito, não-me-toques e dondoquices. Cante sem medo – desafinar faz parte. Dance sem receio de pisar os cadarços. Não se impressione com gritos. O cenho franzido da gerontocracia eclesiástica não passa de inveja. Beba seu vinho com singeleza ao lado de gente querida. Brinque mais. E guarde sempre essa verdade: Deus gosta de nos ver felizes.
Soli Deo Gloria

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Fora do Éden: Homossexualidade



Episódio do podcast Fora do Éden, uma conversa/testemunho sobre homossexualidade.

Eu particularmente não concordo com tudo o que foi dito, até porque não é nenhum tratado nem doutrina é apenas uma conversa,  mas achei muito bom, com boas dicas de como lidar com pessoas homossexuais, inclusive cristãs.

Recomendo!

 
Postagem original: http://bibotalk.com/podcast/fora-do-eden/fde10/

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Mensagem: Jesus - O Cordeiro de Deus

Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, a religião que ainda quer ter a prerrogativa de tirar o pecado das pessoas, o batismo de João nas águas e o batismo de Jesus que é no espírito, ritualismo, maldição hereditária e sobre o verdadeiro templo.

Mais uma vez o Pr. Ed Rene Kivitz dizendo aquilo que todo pastor sério deveria falar



terça-feira, 10 de maio de 2016

João Alexandre entrevista Vitor Quevedo

João Alexandre entrevista Vitor Quevedo, programa muita legal com moda de viola, hinos e muita música boa.


segunda-feira, 4 de abril de 2016

QUE OS CASADOS SEJAM COMO SE NÃO O FOSSEM

Normalmente casamento é associado à prisão e limite. “O cara está se amarrando”—é o que se diz do moço que está para casar.
Há, inclusive, a tal “despedida de solteiro”, quando o jovem reúne os amigos, e com eles sai, a fim de dar “adeus à liberdade”.

Conheci minha mulher, Adriana, depois de vir de um relacionamento intenso e conturbado, e, por meio do qual meu primeiro casamento havia acabado. Todos conhecem a história, de um modo ou de outro, posto que os fatos se tornaram públicos. Todavia, nem de longe é disso que desejo falar aqui.
Como eu dizia, vim a conhecer a Adriana e a imediatamente me apaixonar por ela. 
Depois amei-a. Depois não podia mais imaginar a vida sem ela.

Assim que falei em casamento com Adriana, ainda em setembro de 2000—três meses após havê-la conhecido—, ela me sugeriu que tivéssemos, sobretudo, uma aliança de liberdade, porque “onde há o Espírito do Senhor, aí há liberdade”.
Ou seja: que nossa Certidão de Casamento carregasse em anexo uma Carta de Separação Consensual.
Assim, dizia ela, ficaria sempre certo e claro para nós dois que não estávamos numa prisão, mas uma relação que se fizesse justificar em existência apenas pela presença do amor, do desejo, do carinho, do respeito, e da amizade.

Estamos juntos há quase cinco anos. Nesse período, de tempos em tempos, ela me diz que “estou livre para deixá-la quando desejar”. E, normalmente, ela diz isso quando as coisas estão lindas, belas e ótimas—ou seja: nos auges de nosso amor e alegria conjugal e familiar, como foi o caso do último Reveillon, quando estávamos todos da família, de ambos os lados, num encontro feliz e inesquecível para todos nós.

A única vez em que ela me repetiu essa frase de modo não associado à alegria foi quando da morte de meu filho Lukas.
“Meu amor! Você perdeu um filho. Se você desejar buscar alguma coisa que ficou para trás, e que tenha sido suscitada em você por essa perda, pode ir; e saiba: eu vou entender, embora eu vá sofrer de dor de morte. Mas você está livre”—disse ela na frente de meu filho Ciro.
Sim, eu sou um marido livre, e estou com ela porque a amo e a quero!

Alguém poderia considerar que a vida de um pastor tem sempre no ministério um ponto de referencia para consideração quando se trata de divórcio e separação. Ou seja: muitos pastores, se fossem médicos ou advogados, separar-se-iam urgentemente de suas esposas. Todo mundo sabe que é assim.
Com a minha mulher, todavia, é diferente. Adriana, lá atrás... bem no início... inclusive me ofereceu “cobertura ministerial para me proteger das bocas malignas”, no caso de um dia eu querer usar a Carta Consensual de Separação.
Ou seja: nem nesse quesito eu teria problemas, até porque, sinceramente, não desejaria estar ao lado de ninguém apenas por causa do ministério.
Deus me livre. Jamais!

Estou dizendo isto porque há pouco Adriana olhou para mim e disse as mesmas palavras.
O estranho é que quanto mais ela diz isso, mas o poder que em mim se fixa é o oposto: uma vontade danada de ficar, ficar, ficar... ficar para sempre... e até de rasgar a tal Carta Consensual de Separação... que só não pode ser rasgada também porque eu nunca tive coragem de escreve-la.

Estou onde estou, com quem estou, do jeito que estou, porque quero, porque desejo, porque amo, por estou feliz, porque me faz bem, e porque é tudo de bom e prazeroso.
Sim, amo Adriana, e ela me faz muito bem em todos os sentidos. Ela enche a minha vida de alegria e prazer.

Alias, faz bem a todos, até mesmo à mãe de meus filhos, que aprendeu a amá-la, e com quem ela tem hoje uma relação de carinho e amizade. Sem falar que nossos filhos hoje se amam como irmãos.
Desse modo, fica aqui o meu estimulo para que as pessoas se casem de modo livre e leve. 

Quanto mais livre e leve, mais profundo e mais definitivo será, na Graça de Deus.
Nele, que nos chamou à liberdade e à paz,

domingo, 20 de março de 2016

Para quem quer fazer de sua igreja um grande negócio

Mateus 7: 15-23

A seguir ensinarei uma formula mágica.

Veja, é simples “criá-la”. Você pode chamá-la como bem desejar.

Mas saiba: ela é um "programa" de Religião. E não tem nada a ver com Jesus, embora use o tempo todo o nome Dele como "senha de acesso" à confiabilidade no coração dos “clientes”.

A maior vantagem é que o programa "roda sozinho", não precisa nem da ajuda de Deus, embora o nome "Dele" seja muito usado. Veja como ela (a máquina) e ele (o programa) funcionam. É simples. Qualquer pode aprender e ensinar. Foi "construído" para facilitar o uso, tanto do "profissionais", quanto dos "clientes".


1. Usa o Nome de Jesus.

2. Usa todos os símbolos e linguagens religiosas de todas as religiões.

3. Estimula o ajuntamento de riquezas na Terra.

4. Reduz toda calamidade a uma Personificação do mal e de seus agentes.

5. Fala em Deus como quem fala de um Banco de Investimentos.

6. Ensina que Deus faz "novos negócios" com o dinheiro e com a fé quando alguém investe "Nele".

7. Se põe como o Banco Recebedor e o Garantidor das negociações.

8. Denuncia o mal das demais religiões enquanto sutilmente as valida como “realidade” e “verdade”.

9. Cria uma pirâmide de poder onde ascendem somente os que arrecadam mais.

10. Estabelece que nada funciona sem barganha com Deus.

11. Usa os testemunhais como demonstração de sua validade como máquina.

12. Elabora e uniformiza todas as suas ações e padroniza as suas linguagens.

13. Se oferece como Lugar do Poder.

14. Alimenta o povo com as simplificações mágicas como soluções.

15. Não ensina nada além de uma mecânica espiritual.

16. Não permite a criação de vínculos humanos em seu meio.

17. Ensina que a fé não é um dom, é um poder pessoal do homem.

18. Omite que a Graça de Deus exista, existindo apenas o sacrifício que cada um oferece a divindade.

19. Faz a Cruz de Cristo ter apenas valor de Presépio, como um cenário, não como poder libertador.

20. Faz a Ressurreição de Jesus ser apenas uma demonstração de Poder, não o fator garantidor da Graça da salvação.

21. Faz crer que a eternidade não interessa, mas tão somente as coisas do tempo.

22. Faz de conta que Cristo não precisa voltar. Como está, está bom.

23. Dá a impressão que o mundo pode continuar horrível, pois a única coisa que interessa é a “prosperidade” de alguns.

24. Não perde tempo com o papo de "boas obras", mas tão somente grandes contribuições financeiras.

25. O Dinheiro, a Máquina Marketeira e a Política são a sua “unção-upgrade” desse softwear de Religião.

26. Não há soluções fora do Endereço Físico de Deus na Terra: o Templo Maior e suas franquias não virtuais.

27. O "password" é usar o Nome Jesus como "senha" diferencial, mas manter todas as barganhas do medo funcionando.

28. O manual é a Bíblia, embora ela tenha apenas que ser "comprada" como um amuleto, mas não pode ser lida.

29. A oração não é parte da Devoção, mas do poder prático para se executar os desejos conforme o "programa".

30. Não existe devoção pessoal, mas apenas aquela que acontece dentro de uma “corrente” ou uma “campanha”.

E muito mais... Entrevistas com os demônios, intervalos comerciais para os possessos se recomporem, etc...

Quem quiser levantar muito dinheiro e fundar uma Religião “bem-sucedida”, aplique essas técnicas, e certamente “prosperará”.

Caso você não tenha o escrachamento necessário para ir tão longe — questões bobas de pudor que alguns ainda têm —, pode aplicar a mesma “formula” em partes, e de modo mais discreto, mais light, mais ameno. Também funciona. Mas não esqueça: a alma do negócio é a “dependência”, o “poder do medo”, e a “força do dinheiro”; e não esqueça: você precisa dizer que Deus é assim, e que até “Ele” só funciona à base de dinheiro. Sim! você tem que lembrar de dizer que é possível “comprar Deus”.

Esta formula funciona muito bem. Já foi testada inúmeras vezes na História. E no Brasil já demonstrou ser altamente eficaz.

Ah! Ia esquecendo: ela também é muito adequável ao sistema de Pirâmide.

Quem estiver frustrado e desejar acabar com a frustração, use a formula. Ela não decepcionará você.

Se está certo? Pra quem interessa? O certo é o que dá certo! Certo?

Só vejo um pequeno problema: os "donos de franquias" correm o sério risco de num Certo Dia Encontrar o Dono do Nome, e ocorrer o seguinte diálogo: --Franquiados: Em teu Nome realizamos milagres incríveis e muita gente acreditou; exercemos poder profético-autoritativo, e fizemos muitos decretos em Teu Nome; e com os demônios e com as forças das trevas, nós até brincamos, de tão bem que aprendemos a manipulá-las. Nos tornamos o maior “caso de sucesso” na Terra. Tudo em Teu Nome. --Senhor: Eu não sei quem são vocês. O lugar de vocês não é Comigo. Saiam daqui. O Diabo está aguardando. O endereço não é Aqui.

Bem, a escolha é sua!

O sucesso da Terra pode ser a desgraça da eternidade!

Mas lembre-se: a escolha é sua. Você tem o poder!


Postagem Original Aqui

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