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"...Enquanto ensinarmos que o mundo é um lugar a ser evitado, que as mazelas humanas são fruto da ausência de Deus, que Deus não ouve os pecadores, que só a igreja evangélica é que detém os "diretos autorais" da salvação, que ser forte e inabalável é sinônimo de fé e que ser pecador é ser inimigo de Deus então ainda não entendemos o plano da salvação e o evangelho de cristo rebaixado apenas á mais uma religião...."
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Evangelho de Carreirinha

Sequencia de leitura do Novo Testamento feita diariamente por Caio Fábio

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

PRA QUEM ESTÁ EM CRISTO

Não há mais lugar santo, dia santo, hora santa, culto santo, púlpito santo, pregação santa.
Nele tudo se converge e Ele faz da vida um culto, portanto, aqui, ali e alem, tudo, em todo lugar o tempo todo, todo tempo é santo ao Senhor.
A mim cabe apenas segui-Lo e servi-Lo servindo aqueles a quem Ele tanto amou que se entregou e a todos reconciliou com o Pai Eterno.
Meu serviço é servindo avisar a todos que o Eterno está reconciliado com toda criação.
É assim que adoro o meu Senhor e por favor, não tentem me convencer do contrário.
Em Cristo não há mais templo santo e qualquer templo, qualquer prédio que por mais suntuoso, majestoso que seja e construído com dimensões extraídas das escrituras, não passa de um prédio como outro qualquer que só tem valor imobiliário.
Em Cristo não há mais utensílios santos.
Em Cristo não há rituais santos.
Em Cristo não há títulos santos.
Em Cristo tudo que indicava pra Ele no passado, hoje nEle tudo está e tudo é e nEle tudo se consumou.
Voltar à velha aliança é reconsturar o véu que Ele mesmo rasgou quando inaugurou a nova aliança na Cruz.
Ou a Cruz valeu pra tudo e pra todos ou não valeu pra nada e pra ninguém.
Prefiro viver livre e responsável, pois, pra isto o Evangelho me convidou e eu aceitei fazer esta jornada de volta pra casa, pra Casa do Pai, pra mim mesmo e para o meu próximo.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Agenor Duque promete apagar a memória dos fiéis


Numa incansável cruzada por arrecadação, o autointitulado apóstolo Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus, pede à plateia que raspe a carteira e que doe até o décimo terceiro salário. Já anda de Porsche e voa de jatinho


Agenor Duque num culto em novembro. Ele se veste de estopa em sinal de humildade, mas não dispensa o Nike no pé  (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
Do alto do púlpito, diante de cerca de 7 mil fiéis com as cabeças cobertas por um pequeno pano avermelhado, um homem vestindo uma roupa que imita estopa aponta o dedo para um rapaz da plateia: “Você é homossexual?”, diz ao microfone. Ao ouvir uma resposta afirmativa, continua: “E você quer sair do homossexualismo?”. O interlocutor diz que sim, e é convidado a subir no altar. Enquanto uma canção entorpecente embala a cena, o líder espiritual cerra os dois punhos, ergue os braços e grita: “No milaaaagre de Manassés, Deus apaga da memória agora todo o passado de sofrimento. No milaaaagre de Manassés, Deus faz a pessoa esquecer que um dia foi homossexual”. Volta a se dirigir ao rapaz.

– Seu nome?
– Junior.
– Você tinha alguma vida errada no passado?
– Não.
– Pensei que você era gay... Pensei que você morava com um homem...
– Não, Deus me livre.

Como que num passe de mágica, Junior diz que nunca gostou de homens. Na semana seguinte, volta ao mesmo altar para contar o desfecho de sua história. Diz que seu namorado, ao saber da conversão, caiu no choro. A mãe, surpresa com o esquecimento súbito, cogitou levar o filho a um hospital. Entre gritos entusiasmados de “aleluia” e “eu creio”, o público se levanta e aplaude a transformação.
O homem das vestes de saco – um figurino para demonstrar humildade diante de Jesus Cristo – é o autoproclamado apóstolo Agenor Duque, um paulistano de 37 anos, filho de pais separados, crescido numa família pobre da Zona Leste de São Paulo, ex-viciado em drogas. No concorrido mercado das igrejas neopentecostais, Duque é o pastor emergente do momento. Com uma forte vocação teatral e adepto da prática de prometer o impossível, Duque abocanha cada vez mais fiéis e começa a incomodar as igrejas concorrentes. Além das usuais curas de doenças e vícios, Duque promete apagar o passado da mente dos fiéis.
Não hesita em abusar de condutas preconceituosas, como propagar o “milagre” de fazer um homem esquecer a homossexualidade ou enfrentar num duelo um suposto adepto do candomblé. Prova de sua destreza para lotar igrejas e influenciar opiniões, o deputado e pastorMarco Feliciano não sai do altar da Plenitude. Na campanha eleitoral do ano passado, o tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo, ajoelhou-se no púlpito de Duque.
Num roteiro já conhecido entre os pastores das neopentecostais, Duque começou na Igreja Universal do Reino de Deus e migrou para a Mundial – até que teve uma “visão espiritual” e decidiu criar seu próprio templo. Em setembro de 2006, abria a porta da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus. Com R$ 25 mil da venda de um Astra, Duque comprou algumas poucas horas nas madrugadas de rádios e alugou um galpão na Avenida Celso Garcia – que, pela facilidade de acesso e circulação intensa, concentra boa parte das igrejas neopentecostais. Há dois anos, Duque tinha cinco modestas igrejas em São Paulo.
Hoje, são pelo menos 20, espalhadas por São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal – sem contar as dezenas de núcleos, galpões abertos pelo interior que, ainda sem documentação, não são considerados templos. No ano passado, a Plenitude firmou uma espécie de joint venture evangélica com a igreja de André Salles, o líder evangélico responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva, para aportar em Brasília. Em dois anos, a Plenitude saltou de quatro para 18 horas no canal de televisão RBI. Só entre outubro e novembro, passou de quatro para mais de nove na Rede Brasil TV.

>> “Deus me revelou que Marina será a próxima presidente”, afirma o pastor que converteu a candidata
O traje de saco nos cultos é uma espécie de abadá para uma encenação de pobreza. Há tempos Duque deixou a dureza para trás. Como os adeptos do funk ostentação, fora do palco ele se enfeita com cordões, anéis e relógios dourados, bonés e tênis de marcas como Nike e Hugo Boss e adora exibir-se no Instagram. Dirige um Porsche e um BMW. Já se exibiu em um vídeo com uma Ferrari – após críticas de internautas, recuou e disse que o carro era de um “amigo”, o pastor Arthur Willian Van Helfteren, da Igreja Universal do Reino de Deus.
Sempre que viaja, Duque evita apertar o corpanzil nas poltronas da aviação comercial; prefere o conforto de um bimotor Cessna Citation. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave pertence à Cimeeli Comércio e Indústria, uma empresa sem rastro. O telefone atribuído à Cimeeli é residencial e seus sócios não foram localizados.
Em um universo em que não faltam exageros, os cultos de Duque são espetáculos ainda mais histriônicos. Ele atua em parceria com a mulher, a autointitulada bispa Ingrid Duque, e mais recentemente com o filho adotivo, o pastor Allan. Em suas performances, Agenor Duque intercala suas falas com expressões incompreensíveis que diz virem da língua do Espírito Santo – “Traz o óleo, quibalamacia balabaliã”, diz, em meio ao culto, enquanto checa mensagens no telefone. Suas orações quase sempre terminam com um “hallelujah”, num esforçado sotaque americano.
“A religiosidade brasileira sempre foi muito sincrética. O brasileiro valoriza tudo o que o ajuda a se relacionar diretamente com o sagrado”, afirma Rodrigo Franklin de Sousa, professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “O teatro cai como uma luva.” Os cultos da Plenitude reúnem dramas humanos de todos os tipos. Há mulheres traídas pelo marido, fiéis com pendências com a Justiça, mães desesperadas para tirar o filho da prisão, pais de família desempregados, viciados que tentam resgatar a dignidade.
Converter os dramas em espetáculo e gerar lucro requer organização. Nos cultos de domingo, mais lotados, a igreja é dividida em quadras imaginárias, cada qual vigiada por um pelotão de obreiros. Numa cerimônia, um homem se exaltou e foi contido por seguranças. Curiosa, parte da plateia foi repreendida pelos obreiros: “Deus está no altar lá na frente. Parem de olhar para o lado”.
culto do Bispo Agenor Duque da igreja evangelica  Plenitude do Trono de Deus (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
Em um dos episódios mais plásticos, no ano passado, Duque estava no altar quando um dos obreiros avisou sobre um homem que, sem abrir a boca, se apresentava como pai de santo e o desafiava. Rodando uma jaqueta ao redor do corpo, o homem subiu ao palco e foi ao encontro de Duque. Como se estivesse num MMA espiritual, Duque encostou a cabeça no adversário, deu dois gritos e – shazam! – o sujeito desmilinguiu-se. A plateia foi ao delírio. “O público gosta”, diz Paulo Romeiro, doutor em ciências da religião. “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.”
Tanto cultos quanto programas no rádio e na TV da Plenitude têm um roteiro simples, que converge para a arrecadação. A pregação da Bíblia é quase inexistente. Invariavelmente, o pastor apresenta um “milagre” e, na sequência, pede dinheiro ostensivamente. Numa tarde de terça-feira, em outubro, uma pastora da Plenitude pediu aos fiéis que abrissem suas Bíblias em 1 Reis 17. A passagem conta a história de uma viúva miserável que, diante de uma onda de fome, doou tudo o que tinha – um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite numa botija – a um profeta desconhecido, antes mesmo de alimentar o filho.
Ao final da leitura do capítulo, a pastora gritou ao microfone: “Deus está me dizendo que alguém aqui tem R$ 50 na carteira, é tudo que essa pessoa tem. Se você sentiu que esse chamado é para você, faça como a viúva. Ela deu tudo que tinha, e foi recompensada”. Uma mulher se encaminhou ao altar e retirou a única nota de R$ 50 da carteira. Os pedidos aos demais continuaram num crescente. “Prova para Deus que você acredita. Precisa ser um sacrifício grande, algo que dói! Limpa a carteira! Raspa a carteira! Ou faz como uma mulher no culto desta manhã, que doou o próprio carro.”
A adivinhação no púlpito, diz um ex-obreiro da Plenitude, não passa de uma trapaça. Na chegada à igreja, os fiéis com um pedido especial preenchem uma ficha com sua história – depois colocada no altar. Enquanto lê disfarçadamente o relato, o pastor repete tudo ao microfone como se estivesse tendo uma epifania. Ao reconhecer sua história, o fiel emocionado se dirige ao altar e confirma o milagre. “São verdadeiras empresas da fé”, afirma o teólogo João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas. Os pastores que arrecadam mais são recompensados e ascendem. “Eles recebem até bônus”, afirma um ex-obreiro da Plenitude. “Eles dizem que você tem de entrar na mente da pessoa, convencê-la a aceitar o que você diz”, afirma.
Às quintas-feiras, numa reunião fechada de presbíteros, os mais experientes recomendam “agressividade” e “olhar clínico” para identificar potenciais doadores. “Os pastores dessas igrejas são bem preparados, fazem cursos de marketing, de gestão, de oratória. A lógica é unicamente de mercado. Não existe uma base de doutrina”, diz Rodrigo Sousa. Os pastores das maiores agremiações fazem cursos específicos de gestão financeira de igrejas no exterior. A hierarquia é rígida. Como um presidente de empresa, Agenor Duque convive com poucos de seus comandados. Usa até mesmo uma entrada exclusiva na sede. Os insistentes pedidos de entrevista de ÉPOCA – todos negados – percorreram três instâncias antes de chegar a ele.
Em sua incansável cruzada por arrecadação, a Plenitude promove campanhas temáticas com objetivos específicos. Uma do Vale de Elah, traz um boneco recente, gigante que procura reproduzir a figura do rei David, vestido como um guerreiro, com escudo e espada no altar da igreja. Uma loja vende diversos badulaques inspirados longinquamente em temas bíblicos. A gama de produtos inclui a marca própria de roupas e acessórios femininos da bispa Ingrid, na loja Amor Oficial.
Os looks – saias estampadas, calças boca de sino, bolerinhos e vestidos longos com estampas em três dimensões – usados por Ingrid na TV e nas redes sociais são reproduzidos por boa parte das fiéis nos cultos. “Quem usa é escolhida por Deus”, diz Ingrid no Instagram da marca. Como a inflação não respeita nem o sagrado e não está fácil nem para milagreiros, na Amor Oficial também tem liquidação – só muda o nome: a Black Friday, o dia internacional do desconto, chama-se White Friday.

O ritmo de inovação da Plenitude é incessante. Recentemente, Duque passou a pedir o 13º salário dos fiéis – e até o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Para os próximos meses, planeja a construção de um novo templo, para o qual criou uma campanha específica, cuja contribuição começa em R$ 1.000. Em fevereiro, pretende lotar o Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, com capacidade para 13 mil pessoas, e o estádio do Canindé, em São Paulo, que acomoda 21 mil pessoas, com uma atração internacional: o controverso pastor Benny Hinn, que percorre o mundo com seus megacultos milagrosos. “Com a crise financeira, as igrejas neopentecostais estão tendo de se reinventar para entregar resultados”, afirma Rodrigo Sousa. No que depender da criatividade de Duque, a Plenitude pode superar limites.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

O Adeus a Coquinha

Hoje enquanto a maioria das famílias estão dizendo "Feliz natal e um próspero ano novo", a nossa diz "Meus sentimentos e que Deus nos conforte".

Nossos natais vão ficar sempre marcados como a data em que a Coquinha partiu. Sim! Coquinha, era como chamávamos a dona Etelvina, minha vózinha. Não sei de onde saiu esse apelido mas caia muito bem para uma senhorinha de um metro e meio.

Minha avó me ensinou muitas coisas, me ensinou o que era ilhós e como mexer na máquina de costura, me ensinou que cola de sapateiro só cola depois de seca, conhecimento que uso até hoje, ela me ensinou que as coisas simples da vida ganham novos valores quando feitos pelas mãos talentosas que trabalham com amor e graças a isso experimentei coisas que ficarão em minha alma e minha mente para sempre. 

Depois do dela um simples pão com ovo nunca mais será bom o suficiente.

Sempre lembrávamos de quando eu era pequeno e já tinha aprendido a ler e escrever, ela semi-analfabeta, pediu pra eu ensiná-la a ler e escrever também. Me senti o professor, ensinei com altivez infantil, depois de uns dias passei uma prova pra ela e quando corrigi vi que tinha muitos erros, disse que ela tinha tirado um zero. Ela saiu chorando triste dizendo: o Alexandro me deu um zero!

Depois que cresci percebi que ela sempre só mereceu 10 com louvor e fiz questão de ressarcir isso durante a vida e nunca mais tratá-la com rispidez.

A fé dela contrastava com minhas dúvidas e suas convicções absolutas se opunham as minhas relatividades, mas eu a amava; do fundo da alma.

Todos me chamam de Alex mas só ela me chamava pelo nome todo: Alexsandro, e nunca vou esquecer ela sempre me alertando "Alexsandro, volta pra igreja!".

Sem saber no fundo o que ela estava querendo me dizer era: "Meu neto nunca se desvie do evangelho, não deixe ser levado pelo espírito deste século mas guarde sua mente e sua fé no espírito de Cristo e que nada, nem a religião, tome o lugar de Deus em sua vida." mas na sua simplicidade isso se resumia em "volta pra igreja" e minha vida mostrará a ela que da verdadeira Igreja eu nunca sai.

Depois de cerca de 75 dias internada no hospital Cruz Azul, o diabetes e a pressão alta venceram, o coração não aguentou o peso dos anos e da doença, ele então para de bater chamando o último suspiro que foi dado em paz como só aquele que tem o Príncipe da Paz sabe o que é. 

A doença venceu por agora mas a morte já foi vencida na Cruz e em Cristo ninguém verá a morte pois já passou da morte para a vida


Minha avó morreu aqui mas não ficou morta por um só minuto porque o Senhor a levantou imediatamente do outro lado. Essa é a Esperança gloriosa de Cristo em nós.

Deste lado ela se foi e por mais que as dezenas de cataventos coloridos do cemitério simulem movimentos e flores simulem vida, aqui o que ficará é a inercia e o luto que durará muito mais que as flores de lá.

Enquanto caminho pela ruela do cemitério em direção ao túmulo, no silencio fúnebre ouvindo apenas as pedras estalarem sob os pés, penso que é a última vez que verei o rosto dela por aqui, as enxadas e ferramentas dos coveiros apressam o último adeus. O violino chora suas últimas notas sussurrando "Segura na mão de Deus e vai", nós choramos suplicando pelo auxílio da mesma mão aos que ficam.

"...a morte sem prazo ou norte
vai levando meus amores.
A morte sem avisar
a cavalo de galope
sem dar tempo de escondê-los
vai levando meus amores.
A morte desembestada
com quatro patas de ferro
a cavalo de galope
foi levando minha vida.
A morte de tão depressa
nem repara no que fez."

  

Apesar da dor estamos felizes porque o sofrimento dela acabou e onde ela está agora não há necessidade de respiradores artificiais, monitores de oxigenação e pressão para monitoram ao nível da vida pois lá a Vida é eterna. 
Seus ferimentos nas costas foram curados, o buraco da traqueostomia fechado e olho cego agora vê em alta resolução. Vê o que olhos não viram e o que jamais o chegou ao coração humano: a verdadeira vida. 

Chega de furadas de agulha, aferição de glicose, alimento injetado pelas narinas, chega de inchaço, de necrose. Chega de morfina!

Ninguém vai mais cutuca-la perguntando se ela está ouvindo, nem usar de artifícios com produtos de beleza pra cobrir sua real aparência. Hoje seu rosto resplandece.

Aqui, desligados da verdadeira vida, somos como ventiladores arrancados subitamente da tomada mas que continuam girando por um tempo pela energia residual até pararem de se movimentar completamente, mas lá ela está ligada Àquele cuja toda energia, da quântica á cósmia, subexistem.

No ano que eu considero o mais difícil da minha vida, 2015 termina levando também minha avó.

Fico aguardando o dia do reencontro quando irei para Deus ou Deus virá para mim. Minha avó se foi mas minha fé e esperança de reencontrá-la, não. 

Um dia estarei lá com ela. E não quero ver ruas frias de ouro nem lagos duros de cristal, isso não me interessa! O que eu quero é ver ao Senhor e ficar muito grato a Ele pois sei que no meu céu terá também pão com ovo feito pela vovó.


Até já coquinha. Sempre te amarei!


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Mensagem:Fé viva, vida viva

Linda mensagem sobre fé

 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Evangelho de Carreirinha

Sequencia de leitura do Novo Testamento feita diariamente por Caio Fábio

Padre cede capela para evangélicos realizarem cultos em Mariana MG

Os acontecimentos recentes com a tragédia ocorrida em Mariana MG com o rompimento das barragens da mineradora Samarco deixou muitas vítimas e um rastro de destruição e tristeza para os moradores.

Diante da tragédia, muitos moradores perderam tudo o que tinha, e precisaram se alocar e iniciar uma nova vida.

De acordo com o Bispo Josep Rossello, a Primeira Igreja Batista foi atingida pela lama do desastre, e o templo da igreja foi totalmente destruído com a tragédia. Porém um ato inusitado por parte de um padre de Mariana fez em meio ao caos, pessoas acreditarem que é possível vivermos em um mundo onde o amor e a solidariedade possam falar mais alto do que a divisão da religião.

O Padre da Igreja Católica disponibilizou uma paróquia ara que os irmãos da PIB – Primeira Igreja Batista de Mariana-MG possam cultuar a Deus.

De acordo com o padre, nesse momento de tristeza e dor, a missão como cristãos e filhos do mesmo Deus, é acolhermos uns aos outros como Cristo fez.

O gesto fez que católicos e evangélicos se unissem no momento de solidariedade, e os cultos tem sido motivo de alegria entre ambos os grupos, e até mesmo o padre tem participado dos cultos da Igreja Batista.



Tem sido uma bênção relata um fiel da Batista, temos sentido verdadeiramente o amor de Deus nos unir nesses últimos dias.

O que acharam da atitude do padre, deixem suas opiniões!

André Santos.
Postagem original em: http://padom.com.br/padre-catolico-cede-capela-para-evangelicos-realizarem-cultos-em-mariana-mg/




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