Destaque

"...Então ela se ajoelhou no chão e fez a oração mais linda e sincera que já ouvi. Sem púlpito, sem escândalo, sem óleo da unção, sem liturgia, sem toga, sem ritual... Uma oração perfeita porque saiu da boca de uma criança. Sem segundas intenções, sem grandes pretensões, sem declarar nada, sem chamar a existência a cura, sem "pisar" no inimigo, sem nenhuma dessas arrogâncias existenciais. Apenas rogando a Deus sabendo que Ele sabe o que faz e dEle vem todas as coisas. Sem exigências, apenas súplica...."
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terça-feira, 15 de abril de 2014

Malafaia censura canal de blogueira no youtube


Conforme já havíamos comentado aqui em julho de 2011, no artigo "Malafaia quer liberdade de expressão só para ele", o polêmico pastor carioca, através do estúdio que produz seus programas, mandou retirar do youtube um vídeo que o criticava, intitulado "Silas Malafaia, Mike Murdock e Morris Cerullo: como vender bênçãos divinas".

Já faz muito tempo que não comentamos sobre Silas Malafaia aqui no blog, e talvez seja isso que o esteja incomodando. Aos poucos ele percebe que perdeu a importância que imaginava ter e caminha a passos largos para a total irrelevância no mundo cristão, e isso deve incomodá-lo muito, além de - obviamente - prejudicar os negócios de suas empresas.

Ninguém mais se lembrava daquele vídeo, até porque poucos incautos ainda se deixam enganar por Mike Murdock e Morris Cerullo, afinal já deu tempo mais do que suficiente para perceber que todas as "bênçãos" que eles venderam (Bíblia a 900 paus, por exemplo) anos atrás eram engodo.

É que, graças a Deus, ainda tem crente que lê a Bíblia, e percebe que em Deuteronômio 18:22 está escrito: "Quando o profeta falar em nome do Senhor e tal palavra não se cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com presunção a falou o profeta; não o temerás"

Aliás, a Bíblia do Malafaia foi vendida a 900 reais em 2009, e, se a profetada do Morris Cerullo tivesse dado certo, já haveria milhares de testemunhos sobre os seus poderes milagrosos, não é mesmo? Alguém ouviu um só?

O espírito de censura que baixou em terras malafaianas agora mostra apenas que o seu discurso de liberdade de expressão vale só para ele. O resto que cale a boca!

Bons tempos aqueles em que pastores não amaldiçoavam, mas abençoavam, nem tinham que recorrer a "agências" e "estúdios" para se defenderem, pois cristãos de verdade sabiam, como continuam sabendo, que seu único socorro é a Verdade de Cristo Jesus.

A informação é do exemplo bereano:

Inquisição gospel: Malafaia é contra liberdade de expressão.

Pelo menos quando a liberdade de expressão o denuncia. Minha amiga Vera (uma estrangeira no mundo) acabou de nos comunicar que foi censurada no Youtube por uma postagem onde apresentava e comentava cenas de um programa do Malafaia. O mesmo Silas que esbraveja na TV, criticando tudo não aceita criticas. Espero que a Vera consiga reverter a situação e volte com seu vídeo para que mais pessoas possam ver e refletir sobre quem é este senhor travestido de pastor e as barbaridades que ele prega como se fosse Palavra de Deus.

Qual o medo deste senhor? De ser contestado? Avaliando o que ele prega da para entender o medo da contestação pois seus argumentos são como castelos de areias que facilmente podem ser derrubados. Se fossem sólidos, moral e biblicamente falando, ele não precisa usar da censura para tentar calar quem discorda dele.

Abaixo o texto da Vera publicado no Facebook.


Pessoal, descobri hoje que o vídeo "Silas Malafaia, Mike Murdock e Morris Cerullo: como vender bênçãos divinas" (editado por mim com cenas dos programas desses (im)pastores, nas quais usam das mesmas técnicas de manipulação para levar os fiéis a doarem grandes quantias de dinheiro em troca de bênçãos financeiras e outras mais) foi REMOVIDO do Youtube. E ainda recebi uma ameaça do site, dizendo que se uma nova denúncia for feita eu perderei o canal "Estrangeira no Mundo".

Quem fez a "denúncia" foi a empresa Emotion Studius, que tem com um de seus clientes justamente o (IM)Pastor Silas Malafaia e sua ADVec (conformehttp://www.emotiondigital.com.br/partners.php ). Devem estar se mobilizando para novas denúncias, já que há outros vídeos desmascarando o Malafaia em meu canal.

O vídeo deletado tinha 17.159 visitas. Espero, mesmo, que tenha sido bem compartilhado. De qq forma, vou ver se consigo postá-lo aqui no Face. Abaixo, a "notificação" após a remoção do vídeo. Os (IM)Pastores querem calar a todo custo quem denuncia suas HERESIAS, mas o Deus que servimos não dormita.

A Ele, toda a honra e toda a glória para sempre.

Prezado(a) Estrangeira no mundo:

Desativamos o seguinte material como resultado de uma notificação de terceiros de Emotion Studios Ltda alegando que este material é infrator: Silas Malafaia, Mike Murdock e Morris Cerullo: como vender bênçãos divinas


Observação: A reincidência na violação de direitos autorais acarretará a exclusão da conta do usuário infrator e dos respectivos vídeos enviados. Para evitar que isso ocorra, remova todos os vídeos sobre os quais você não detém os direitos de reprodução e não envie outros vídeos que violem os direitos autorais de terceiros. Para saber mais sobre a política de direitos autorais do YouTube, leia nossas Informações sobre direitos autorais.

Se uma de suas postagens for identificada incorretamente como infratora, o usuário poderá enviar uma contranotificação. Veja informações sobre esse processo em nossa Central de Ajuda.

Observe que na seção 512(f) da Lei de Direitos Autorais, qualquer pessoa que intencionalmente apresentar declaração falsa de que um material foi desativado por engano ou identificação incorreta pode estar sujeita à penalidades por danos.

Atenciosamente,

— Equipe do YouTube

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O Evangelho segundo a ordem de Melquisedeque

terça-feira, 8 de abril de 2014

Como o mundo vê o Cristão

Acho que todas as opiniões estão certas, afinal existem várias facetas da igreja, dos cristãos e Jesus.
Existem a igreja da história cruel e sufocadora, existe a igreja atual: na sua maioria um grande comércio e/ou magia, e existe a Igreja de Cristo real e eterna.

A mesma coisa com os cristãos. Jesus foi, é, e sempre será o mesmo, mas nem todos acreditam ser ele o filho de Deus, no máximo uma alma iluminada.

Mas é triste ver como a imagem dos cristãs está gasta, feia e sem credibilidade. A apostasia está chegando e a culpa é nossa mesmo, dos cristãos, pois estamos falando em nome de Deus sem ter nada dEle, falando da escritura sem ter a Palavra no coração, falando que as pessoas vão para o inferno sem chorar com isso e as vezes até com prazer. Sepulcros caiados, sinos que retinem, poços secos e raças de víboras.

O verdadeiro cristão está acabando?

Recomendo a leitura: O ÚLTIMO CRISTÃO

segunda-feira, 7 de abril de 2014

O ÚLTIMO CRISTÃO

o último cristão
Por Paulo Brabo

Escândalo. Insen­sa­tez. Vergonha.
Os primeiros caras a divulgar e propor o cris­ti­a­nismo ao mundo tem o mérito adicional de terem escolhido muito bem as palavras. Segundo o enfezado apóstolo Paulo, apegar-se à sin­gu­la­ri­dade de um sujeito mor­tal­mente pregado à cruz e intei­ra­mente des­pre­gado das pri­o­ri­da­des usuais do mundo é para o obser­va­dor isento de fato escândalo, insen­sa­tez e vergonha – e nem teria como ser diferente.
Os últimos serão os primeiros.
É insen­sa­tez porque tanto a doutrina quanto o pre­ce­dente de vida (e morte) do fundador ensinam que o sucesso se obtém no mais inequí­voco fracasso e a grandeza na mais abjeta humi­lha­ção; é escândalo porque ele sustenta que a alma é sólida e a matéria rala, e que não faz portanto sentido o sujeito adquirir o mundo inteiro e ver a vida escorrer, sem con­sis­tên­cia, na peneira final; é vergonha porque para beneficiar-se do pacote a pessoa tem de pagar o mico de reconhecer-se não melhor do que ninguém.

Ser cristão requer-se ver-se inces­san­te­mente no outro: olhar para fora de si mesmo e ver Deus pregado na cruz e o cacha­ceiro derrubado na rua e sacar que de alguma forma mis­te­ri­osa você é agora eles; que a tragédia de um é a tragédia de todos, e entrou em ação um mistério tremendo de rela­ci­o­na­mento, de favores devidos e de iden­ti­dade; que o único jeito decente de viver é baixar a bola e salvar o que der da dignidade dos outros de forma a sal­va­guar­dar algo da sua. E da de Deus.
Essa percepção de uma glória pessoal que se esconde sob o manto da tragédia com­par­ti­lhada (“ninguém tem amor maior do que dar a vida pelos seus amigos”, nas palavras de Jesus) foi, natu­ral­mente, perdida ao longo dos séculos do cris­ti­a­nismo ins­ti­tu­ci­o­nal. Escândalo, insen­sa­tez e vergonha foram devi­da­mente sani­ti­za­dos em pros­pe­ri­dade, ortodoxia e sucesso. A empatia e a pre­o­cu­pa­ção generosa com o outro secaram-se em glo­ri­fi­ca­ção dos apetites de cada um.
Insensato é agora o cristão que não exige do Patro­ci­na­dor sucesso finan­ceiro, rea­li­za­ção pro­fis­si­o­nal, saúde, assis­tên­cia dentária e tra­ta­mento de beleza.

Pelos critérios de Jesus, para quem os menores é que são grandes e os humildes os ver­da­dei­ra­mente gloriosos, o cris­ti­a­nismo evan­gé­lico con­tem­po­râ­neo atira no próprio pé na ilusão de que está mirando nas alturas. O evangelho revisto e atu­a­li­zado rende-se à lógica ines­ca­pá­vel do anúncio de página dupla: bem-aventurados os ricos, os saudáveis, os espertos, os bonitos, os inte­li­gen­tes e os bem-sucedidos, porque são invejados por todos. Porque deles é a chave do modelo 2007 e o controle remoto do Sound System. Porque estão fazendo MBA. Porque tomam leite desnatado sem camisa olhando de sua janela envi­dra­çada para uma praia deserta.

Está mais do que na hora de resgatar o escândalo, a insen­sa­tez e a vergonha que foram legi­ti­ma­mente e desde o princípio asso­ci­a­dos ao cris­ti­a­nismo. Quero adicionar portanto aos meus 10 motivos para não ser cristão este: ser cristão requer carregar nas costas dois milênios da má reputação de um cris­ti­a­nismo tosco, incom­pe­tente, incom­pleto e com demasiada freqüên­cia nocivo.

O ensino de Jesus só permanece novo porque nunca foi tentado. Nos últimos mil e oito­cen­tos anos, pelo que sabemos, esteve longe de ser colocado em prática com esse nome.
Esqueça as reve­la­ções do Evangelho de Judas: são as páginas de Mateus, Marcos, Lucas e João que contém material inédito. São elas que dão tes­te­mu­nho per­tur­ba­dor de uma radiante insen­sa­tez que não temos coragem de cometer, porque reque­ri­ria tudo de nós – o que é, natu­ral­mente, insensato dar e pedir. Como o narrador de Borges, pre­fe­ri­mos honrar um exemplo virtuoso com palavras a reco­nhe­cer que somos por demais covardes para nos rebai­xar­mos à glória.

Melhor seria portanto não manchar a reputação irre­to­cá­vel de Cristo com o nome de cristão. Ele merece esse nosso sacri­fí­cio. Você deveria talvez fazer como meu amigo inglês Julian, que é espi­ri­tual sem ser religioso; que confessa-se cristão platônico e assume em todo momento a conduta de Cristo. Ou como o Farah, que está pra­ti­ca­mente muçulmano, tem a alma ines­go­ta­vel­mente rica e o coração generoso e dá tes­te­mu­nho da graça. Como Gandhi, que recusou aus­te­ra­mente a etiqueta de cristão e levou ter­ri­vel­mente a sério (e às últimas con­seqüên­cias) as palavras de Jesus.
Está na hora de resgatar o escândalo, a insen­sa­tez e a vergonha que foram desde o princípio asso­ci­a­dos ao cristianismo.
Uma deli­be­rada e silen­ci­osa des­con­ver­são em massa, pensando bem, talvez trouxesse final­mente toda a glória que o ensino, o exemplo e a obra de Jesus des­co­nhe­ce­ram nos últimos milênios. Per­ma­ne­ce­ría­mos 
cristãos
 em segredo, a portas fechadas, lutando con­sis­ten­te­mente, em absoluto sigilo e completa dedicação, pelo Nome que não ousamos macular ou pro­nun­ciar. No fracasso ins­ti­tu­ci­o­nal e na cru­ci­fi­ca­ção ide­o­ló­gica do cris­ti­a­nismo talvez estejam a semente da sua ressurreição.
O último cristão pode muito bem ser o primeiro.

Postagem original em: http://www.baciadasalmas.com/2006/o-ultimo-cristao/

domingo, 30 de março de 2014

Salvos do Vodu universal

quarta-feira, 26 de março de 2014

Justiça se faz com amor

Ed René Kivitz
“Quando eu falo da pobreza todos me chamam de cristão, mas quando eu falo das causas da pobreza me chamam de comunista. Quando eu falo que os ricos devem ajudar os pobres me chamam de santo. Mas quando eu falo que os pobres têm que lutar pelos seus direitos, me chamam de subversivo”.
Estas palavras de Dom Hélder Câmara retratam ainda hoje a opinião de muita gente. Mas atribuir a luta pelos direitos dos pobres e o engajamento pela justiça social aos ideários ideológicos da esquerda implica desonestidade intelectual, ignorância ou má fé.
Sendo verdadeiro que praticar a justiça é dar a alguém o que lhe é de direito, precisamos nos perguntar de onde vem o direito humano de ter direitos. A resposta da tradição judaico-cristã se encontra já na primeira página da Bíblia Sagrada: “criou Deus o homem à sua imagem e semelhança” [Gênesis 1.26,27].
A tradição rabínica ensina que, ao criar um só homem, Deus criou todos os homens. Em cada ser humano está toda a raça humana. A noção da igualdade intrínseca entre todos os seres humanos é a base de sustentação de todos os direitos humanos. Todo mundo tem direito a ter direito. O direito de um ser humano é direito de todos os seres humanos.
Portadora da imago Dei, a vida humana tem valor divino, e, justamente por isso, Deus é seu maior guardião: “Quem derramar sangue do homem, pelo homem seu sangue será derramado; porque à imagem de Deus foi o homem criado” [Gênesis 9.5,6].
A justiça, nos termos de equidade entre todos os seres humanos, é usada para afirmar a identidade de Deus e apresentá-lo a Israel. Timothy Keller enxergou que “o Deus da Bíblia se diferenciou dos deuses de todas as outras nações como um Deus que defende os fracos e faz justiça aos pobres”: “Pois o Senhor, o seu Deus, é o Deus dos deuses e o Soberano dos soberanos, o grande Deus, poderoso e temível [...] que defende a causa do órfão e da viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe alimento e roupa” [Deuteronômio 10.17-19], e também: “Ele defende a causa dos oprimidos e dá alimento aos famintos. O Senhor liberta os presos, o Senhor dá vista aos cegos, o Senhor levanta os abatidos, o Senhor ama os justos” [Salmo 146.7,8].
A justiça social é expressão cúltica e devocional requerida por Deus: “O jejum que desejo não é este: soltar as correntes da injustiça, desatar as cordas do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e romper todo jugo? Não é partilhar sua comida com o faminto, abrigar o pobre desamparado, vestir o nu que você encontrou, e não recusar ajuda ao próximo?” [Isaías 58.6,7].
A justiça social é marca distintiva dos justos de Deus: "Suponhamos que haja um certo justo que faz o que é certo e direito [...] Ele não oprime a ninguém, mas devolve o que tomou como garantia num empréstimo. Não comete roubos, mas dá a comida aos famintos e fornece roupas para os despidos. Ele não empresta visando lucro nem cobra juros. Ele retém a sua mão para não cometer erro e julga com justiça entre dois homens [...] Aquele homem é justo” [Ezequiel 18.5-9]. Jó foi apresentado na Bíblia não apenas como um homem bom, mas como justo (tzadik), que praticava a justiça (tzedaká).
A justiça social é critério para o julgamento das sociedades e das nações: “Ora, este foi o pecado de sua irmã Sodoma: Ela e suas filhas eram arrogantes, tinham fartura de comida e viviam despreocupadas; não ajudavam os pobres e os necessitados” [Ezequiel 16.49]. Também Jesus sublinhou a justiça social como régua para juízo: “Eu tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e nada me deram para beber; fui estrangeiro, e vocês não me acolheram; necessitei de roupas, e vocês não me vestiram; estive enfermo e preso, e vocês não me visitaram” [Mateus 25.31-46].
O cuidado dos órfãos, das viúvas, dos pobres e dos estrangeiros, isto é, pessoas em situação de vulnerabilidade, não é opcional diante de Deus: “Assim diz o Senhor: Administrem a justiça e o direito: livrem o explorado das mãos do opressor. Não oprimam nem maltratem o estrangeiro, o órfão ou a viúva; nem derramem sangue inocente neste lugar” [Jeremias 22.3].
Jesus era herdeiro da tradição de Israel, e seus ensinos e práticas foram coerentes com a noção de justiça da Lei e dos Profetas. A referência profética que escolheu como porta de entrada para seu ministério público deixou absolutamente clara sua agenda de solidariedade divina com o pobre, oprimido e sofredor: “O Espírito do Senhor está sobre mim porque o Senhor ungiu-me para levar boas notícias aos pobres. Enviou-me para cuidar dos que estão com o coração quebrantado, anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros, para proclamar o ano da bondade do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; para consolar todos os que andam tristes, e dar a todos os que choram em Sião uma bela coroa em vez de cinzas, o óleo da alegria em vez de pranto, e um manto de louvor em vez de espírito deprimido. Eles serão chamados carvalhos de justiça, plantio do Senhor, para manifestação da sua glória” [Isaías 61.1-3]. Digno de nota é o fato de que, ao ler a profecia de Isaías na Sinagoga de Nazaré, Jesus omite a expressão “o dia da vingança”. Seguir a Jesus implica dizer sim para a justiça que se faz com amor.

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